domingo, 2 de agosto de 2009

Cracolândia - Projeto de evangelização Primeira Igreja Batista em São Paulo


PROJETO E AÇÃO SOCIAL NA CRACOLÂNDIA

no Centro de São Paulo

A expansão da cracolândia . Em roxo sua região inicial.
João Cruzué

O Pastor Paulo Eduardo Vieira, titular da Primeira Igreja Batista em São Paulo, sempre teve um sonho. Desenvolver um projeto de Evangelismo com suporte em ações sociais na região central de São Paulo conhecida por Cracolândia. A cracolândia para Cristo ou como diz o slogan do projeto: A cracolândia vai ser transformada em Cristolândia.

Há quatro anos, a Igreja Batista Central vem realizando um grande evento na Praça Princesa Isabel, Centro de São Paulo em pareceria com a Junta de Missões Nacionais da Convenção Batista Brasileira. Neste ano de 2009 A Igreja Assembléia de Deus do Bom Retiro (Pr. Jabes de Alencar) também veio somar e ajudar no evento.

A Igreja Batista da Praça Princesa Isabel é conhecida pelas muitas obras sociais que realiza. Uma vez por ano, já na 4ª edição, coordena um grande evento denominado Um "Dia de Ação Social na Praça Princesa Isabel."

Ação Social PIBSP

O Dia de Ação Social na Praça foi programado para o fim de semana de 01 e 02 de agosto. Hoje, sábado, quando passava por ali à tarde, a Igreja estava presente e unida. Sob a coordenação da psicóloga Dra. Veruska Ghendov, o evento andava a mil. Um mutirão de cabeleireiros, dentistas, advogados, enfermeiros, médicos, pedagogos, professores infantis, assistentes sociais, jornalistas atendiam uma vasta e variada população. Apesar das muitas atividades sob sua responsabilidade, a Dra. Veruska nos deu informações precisas sobre o evento, depois chamou pelo "nextel" duas assessoras de imprensa para adicionar mas detalhes do evento.

Um grande estrutura foi montada ao fundo no local da Praça, que vai servir de palco para apresentação de louvores especiais. O cantor evangélico Nani de Azevedo está escalado para louvar a Deus a partir das 20:00h de hoje - sábado. Na ocasião ele vai dar seu testemunho de vida. E amanhã, domingo, a cantora Soraya Moraes estará presente na Sede da Primeira Igreja Batista em São Paulo a partir das 18:00. Ele ganhador do Troféu Talento de 2009; ela foi ganhadora do Grammy Latino de 2008 em três categorias. Estas informações nos foram passadas pelas assessoras de imprensa da Igreja. Michele Marreira e Camila Mendonça.

Voltando ao Projeto Cristolândia. A Primeira Igreja Batista em São Paulo, pela visão do Reverendo Pastor Paulo Eduardo Vieira e por ser vizinha da cracolândia, tem condições de realizar um grande ministério de evangelização na cracolândia onde o poder público não tem conseguido sucesso. Afora a firme ação da polícia prendendo traficantes e cortando as linhas de suprimentos de drogas, não se pode ir muito além disso.

Este problema somente pode ser resolvido, primeiro, através ações espirituais. É uma miséria tão assustadora que paraliza até o poder público. Se um viciado não aceitar ajuda de espontânea vontade, as autoridades nada podem fazer. Dentro do princípio da legalidade que rege o poder público o que a lei não prevê, não pode ser feito.

Mas as orações da Igreja do Senhor podem repreender a miséria espiritual. Se Jesus entrar, a miséria vai embora. Porque Jesus é o libertador das almas oprimidas pelo diabo. Crack é uma droga com um poder devastador sobre os neurônios de uma pessoa. O que eu testemunhei hoje, pelo meio-dia, na Rua Sete de Abril a caminho do trabalho foi algo de arrepiar. As "margaridas" varriam a calçada bem em frente ao prédio da antiga Telesp em meio a sete moradores de rua que ainda estavam dormindo. Ou desmaiados. Era uma imundície indescritível. Pessoas, cobertores velhos, e muita coisa com sangue a um palmo de distância de suas cobertas. Não sei se escarros ou fezes. Cheios de sangue. Quem estava doente ali, a meu ver, corre risco de morte.

Photobucket

Se existe uma forma eficaz de combater com eficiência a miséria da "cracolândia". A solução passa pelo terreno espiritual. Orações, jejuns e ações sociais combinadas entre a Igreja e o poder público. Quando a raiz do problema é espiritual, é preciso ter intimidade com Jesus para começar da maneira certa. Sob a liderança certa. Creio que o começo é a parte mais difícil. Não basta apenas boa vontade. É preciso ter um ministério de socorro sob a liderança de Deus. Dirigido por Deus. Alguém precisa perguntar ao Senhor: Senhor, eu sei que isto é um sinal, para esta sociedade ímpia de hoje. Mas são jovens, adolescente e crianças que estão morrendo nesta miséria. Qual é a tua vontade sobre isto? O que podemos fazer, exatamente, dentro da tua vontade? Fora disso, o problema não vai ser nem "arranhado".

Ainda há outra grande questão. A cracolândia é uma tarefa para muitas mãos. Como a Primeira Igreja Batista em São Paulo é vizinha desta região, está habilitada geograficamente para liderar este tipo de trabalho. Quem sabe desenvolver o projeto "Cristolândia" junto com outras grandes Igrejas do Centro de São Paulo. Eu sei que vale a pena. Uma alma salva do meio desta miséria, da cracolândia, vale mais que o mundo inteiro perdido.

Parabéns membros e oficiais da Primeira Igreja Batista em São Paulo


cruzue@gmail.com



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sexta-feira, 24 de julho de 2009

Tira dúvidas do Ministério da Saúde sobre a gripe suína


"Ministério da Saúde tira dúvidas sobre nova gripe"

Fonte:
Blog Olhar Cristão

Brasília - O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, dá entrevista  a emissoras de rádio no estúdio da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) sobre temas como a Campanha Nacional da Vacinação contra a Rubéola, durante o programa Bom Dia, Ministro Foto: Antônio Cruz/ABr
O Ministro da Saúde - José Gomes Temporão

Cíntia Castro
Núcleo de Comunicação Interativa
Ascom - Gabinete do Ministro
Ministério da Saúde


"João Cruzué,
Somos do Núcleo de Comunicação Interativa do Ministério da Saúde.
Encaminho, abaixo, o Tira Dúvidas sobre a Influenza A (H1N1).
Continuamos à disposição.
Obrigada,"


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Veja as perguntas mais comuns dos brasileiros e as respostas do governo federal para as questões. O MS orienta os suspeitos de gripe
a procurar um posto de saúde ou médico

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O Ministério da Saúde está fazendo todos os esforços possíveis para deixar a população informada sobre a Influenza A (H1N1). O trabalho da imprensa tem ajudado também a esclarecer os brasileiros sobre a nova gripe. O Ministério mantém no seu site www.saude.gov.br um espaço específico para o tema, que traz informações atualizadas, além de colocar à disposição da população o atendimento gratuito pelo Disque Saúde 0800 061 1997. Veja algumas dúvidas e as respostas:


1 - Qual é a previsão de produção da vacina contra a influenza A (H1N1) no Brasil?

O Instituto Butantan, ligado à Secretaria de Saúde do Governo do Estado de São Paulo, é responsável no Brasil por desenvolver as vacinas contra a gripe comum (sazonal) e estará à frente também do desenvolvimento da gripe contra a influenza A (H1N1). A vacina a ser produzida no Brasil estará disponível no próximo ano. Além de desenvolver a vacina, o MS avaliará, junto ao Butantan, a necessidade de comprar vacinas prontas de outros fabricantes.


2 – Haverá cadastramento de novos laboratórios para realização de exames de diagnóstico?

Atualmente, três laboratórios de referência fazem o exame de diagnóstico da influenza A (H1N1) no Brasil: Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz/RJ), Instituto Evandro Chagas (IEC/PA) e Instituto Adolf Lutz (SP). Há a possibilidade, agora, de credenciamento de Laboratórios Centrais (Lacens) para centralizar a realização desses exames nos estados, além dos três laboratórios de referência. Isso já está em curso para os estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais, mas ainda não há data definida para essa habilitação.


3 - Como é realizada a distribuição do medicamento?

A distribuição dos medicamentos é centralizada. O Ministério da Saúde envia os remédios aos estados, respondendo às solicitações das Secretarias Estaduais de Saúde. Cabe a elas não só indicar as unidades de referência no atendimento da nova gripe, como também ampliar o número de unidades para realização do tratamento. Outras unidades podem ser indicadas para atender os casos e usar o antiviral.


4 - O Brasil tem medicamento suficiente para enfrentar a influenza A (H1N1)?

Sim. O Ministério da Saúde tem medicamento suficiente para enfrentar a pandemia de influenza A (H1N1). O MS tem um estoque de 9 milhões de tratamentos em pó. Eles foram adquiridos em 2005, época de uma possível epidemia de gripe aviária. Além disso, na terça-feira (21 de julho), o governo federal recebeu mais 50 mil tratamentos. Desses, 15 mil vão para o Rio Grande do Sul, estado entre os mais afetados pela doença. Outros estados com maior número de casos também receberam quantidade adicional de tratamento. Até o fim de julho, o MS vai receber mais 150 mil tratamentos. Nas próximas semanas, será um milhão a mais de medicamentos disponíveis, além do que está estocado em pó. O Ministério esclarece que o estoque de remédios está de acordo com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).


5 - Quais os critérios de utilização para do medicamento fosfato de oseltamivir?

Apenas os pacientes com agravamento do estado de saúde nas primeiras 48 horas, desde o início dos sintomas, e as pessoas com maior risco de apresentar quadro clínico grave serão medicados com o fosfato de oseltamivir. Os demais terão os sintomas tratados de acordo com indicação médica. O objetivo é evitar o uso desnecessário e uma possível resistência ao medicamento, assim como já foi registrado no Reino Unido, Japão e Hong Kong. É importante lembrar, também, que todas as pessoas que compõem o grupo de risco para complicações de influenza requerem avaliação e monitoramento clínico constante de seu médico, para indicação ou não de tratamento com o fosfato de oseltamivir.


6 - Quem está no grupo de risco?

O grupo de risco é composto por idosos, crianças menores de dois anos, gestantes, pessoas com diabetes, doença cardíaca, pulmonar ou renal crônica, deficiência imunológica (como pacientes com câncer, em tratamento para AIDS), pessoas com obesidade mórbida e também com doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como anemia falciforme.


7 - Por que o Rio Grande do Sul registra tantos casos da influenza A (H1N1)?

Todos os anos, o Brasil registra ocorrências de casos graves e óbitos por gripe e doenças associadas, como pneumonia, em todas as regiões. Neste período do ano, que é inverno, sempre há maior ocorrência desses casos, em especial no RS e nos outros estados do Sul e Sudeste. Isso porque eles têm o inverno mais rigoroso e mais prolongado. Além disso, no caso especifico da influenza A (H1N1), há países com maior número de casos que fazem fronteira com o Rio Grande do Sul, como é o caso da Argentina. A disseminação da doença aumenta e não é indicado controlar o fluxo de pessoas na fronteira, pois isto não tem efeito na disseminação da doença.


8 - Grávidas podem tomar fosfato de oseltamivir?

Não há registros de efeitos negativos do uso do fosfato de oseltamivir em mulheres grávidas e em fetos. No entanto, como medida de precaução e conforme orientação do fabricante, esse medicamento só deve ser tomado durante a gravidez se o seu benefício justificar o risco. Essa decisão deve ser tomada de acordo com indicação médica.


9 - Existe transmissão sustentada do vírus da Influenza A (H1N1) no Brasil?

Desde 24 de abril, data do primeiro alerta dado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre o surgimento da nova doença, até o dia 15 de julho, o Ministério da Saúde só havia registrado casos no país de pessoas que tinham contraído a doença no exterior ou pego de quem esteve fora. No dia 16 de julho, o Ministério da Saúde recebeu a notificação do primeiro caso de transmissão da Influenza A (H1N1) no Brasil sem esse tipo de vínculo. Trata-se de paciente do Estado de São Paulo, que morreu no último dia 30 de junho. Esse caso nos deu a primeira evidência de que o novo vírus está em circulação em território nacional. Todas as estratégias que o MS deveria adotar numa situação como esta já foram tomadas há quase três semanas. O Brasil se antecipou. A atualização constante de nossas ações contra a nova gripe permitiu que, neste momento, toda a rede de saúde esteja integrada para manter e reforçar as medidas de atenção à população.


10 - Qual a diferença entre a gripe comum e a Influenza A (H1N1)?

Elas são causadas por diferentes subtipos do vírus Influenza. Os sintomas são muito parecidos e se confundem: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Por isso, não importa, neste momento, saber se o que se tem é gripe comum ou a nova gripe. A orientação é, ao ter alguns desses sintomas, procure seu médico ou vá a um posto de saúde. É importante frisar que, na gripe comum, a maioria dos casos apresenta quadro clínico leve e quase 100% evoluem para a cura. Isso também ocorre na nova gripe. Em ambos os casos, o total de pessoas que morrem após contraírem o vírus em todo o mundo é, em média, de 0,5%.


11 - Quando eu devo procurar um médico?

Se você tiver sintomas como febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza, procure um médico ou um serviço de saúde, como já se faz com a gripe comum.


12 - O que fazer em caso de surgimento de sintomas?

Qualquer pessoa que apresente sintomas de gripe deve procurar seu médico de confiança ou o serviço de saúde mais próximo, para receber o tratamento adequado. Nos casos de agravamento ou de pessoas que façam parte do grupo de risco, os pacientes serão encaminhados a um dos 68 hospitais de referência.


13 - Por que o exame laboratorial parou de ser realizado em todos os casos suspeitos?

Essa mudança ocorreu porque um percentual significativo — mais de 70% — das amostras de casos suspeitos analisadas em laboratórios de referência, antes dessa mudança, não era da nova gripe, mas de outros vírus respiratórios, ou não era de nenhum virus. Com o aumento do número de casos no país, a prioridade do sistema público de saúde é detectar e tratar com a máxima agilidade os casos graves e evitar mortes.


14 - Os hospitais estão preparados para atender pacientes com a Influenza A (H1N1)?

Atualmente, o Brasil possui 68 hospitais de referência para tratamento de pacientes graves infectados pelo novo vírus. Nestas unidades, existem 900 leitos com isolamento adequado para atender aos casos que necessitem de internação. Todos os outros hospitais estão preparados para receber pacientes com sintomas leves de gripe.


15 - Como eu posso me prevenir da doença?

Alguns cuidados básicos de higiene podem ser tomados, como: lavar bem as mãos frequentemente com água e sabão, evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies, não compartilhar objetos de uso pessoal e cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.

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Agradecemos ao Ministério da Saúde, através da Cíntia, que entrou em contato conosco para corrigir algumas informações e repassar outras de interesse púplico. Os blogueiros cristãos que quiserem, poderam copiar livremente as perguntas e respostas acima. (João Cruzué)


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sábado, 18 de julho de 2009

Gripe Suína ou Influenza A - Perguntas e Respostas

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ALERTA VERMELHO!
Questionário de Utilidade Pública
publicação de João Cruzué - Blog Olhar Cristão
livre para cópias e reproduções


Ismênia Fereira S. da Silva*
Revisão de João Cruzué


1 - Quanto tempo vive o vírus da gripe "suína" numa maçaneta ou superfície lisa?

Resposta: Até 10 horas.


2 - Qual a utilidade do álcool em gel para a limpeza das mãos?

Torna o vírus inativo se ele estiver nas mãos..


3 - Qual é a forma de contágio mais eficiente deste vírus?

Por contato, principalmente. A via aérea não é a mais efetiva para a transmissão. O fator mais importante para que se instale o vírus é a umidade, (mucosa do nariz, boca e olhos). O vírus não voa. Não alcança mais de um metro de distância.


4 - É fácil o contágio em aviões?

O ambiente não é propício para ser infectado.


5 - Como posso evitar o contágio?

Não passar as mãos no rosto, olhos, nariz e boca. Não ficar com pessoas com a gripe. Lavar as mãos ao menos 10 vezes por dia. Principalmente entre os dedos. Ao chegar no trabalho. Na escola. Em casa.


6 - Qual é o período de incubação do vírus?

Em média de 5 a 7 dias. Os sintomas aparecem quase imediatamente.


7 - Quando se deve começar a tomar o remédio?

Dentro das 72 horas os prognósticos são muito bons, a melhora é de 100%. Atenção: sempre com receita médica.


8 - De que forma o vírus entra no seu corpo?

Por contato, ao dar a mão ou beijar no rosto. Pelo nariz, boca e olhos, ao ficar próximo a infectados que tussam, espirrem..


9 - O vírus é mortal?

Não, o que ocasiona a morte é pneumonia. Uma complicação da doença causada pelo vírus.


10 - Qual risco dos familiares de parentes falecidos com a gripe?

Podem ser portadores e uma rede de transmissão em potencial.


11 - A água de tanques ou de caixas transmite o vírus?

Não, porque contêm cloro e outras químicas.


12 - O que faz o vírus para provocar a morte?

Uma série de reações como deficiência respiratória. Uma pneumonia severa é o que ocasiona a morte.


13 - Quando se inicia o contágio: antes dos sintomas ou até que se apresentem?

Desde que se tenha o vírus, antes dos sintomas.


14 - Qual é a probabilidade de se recair com a mesma doença?

De 0%, (zero porcento) porque a pessoa fica imune ao vírus.


15 - Onde o vírus é encontrado no ambiente?

Quando uma pessoa portadora espirra ou tosse, o vírus pode ficar em superfícies lisas como: maçanetas, dinheiro, papel, documentos, sempre onde houver umidade. Já que é impossível esterilizar o ambiente, recomenda-se radicalizar com a higiene das mãos.


16 - As pessoas asmáticas são mais propensas ao contágio pelo vírus da gripe suína?

Sim, são pacientes mais suscetíveis. Mas como se trata de um germe novo, todos igualmente são suscetíveis.


17 - Qual população está sendo atacada por este vírus?

Pessoas de 20 a 50 anos de idade.


18 - É útil a máscara cirúrgica que cobre a boca e o nariz ?

Existem algumas de maior qualidade que outras. Se você não está doente pode ser pior, porque o vírus pelo tamanho a atravessa como se não existisse. Existe outra fator negativo: ao usar a máscara, cria-se entre o nariz e a boca um microclima úmido, próprio ao desenvolvimento viral. Mas se você já está infectado, o uso da máscara pode, relativamente, evitar a infecção dos demais.


19 - Posso fazer exercício ao ar livre?

Sim. O vírus não anda no ar nem tem asas.


20 - O uso da Vitamina C tem algum valor?


Ela não serve para prevenir o ataque. Pode ajudar na resistência imunológica. Não se auto medique. Siga as orientações do médico.


21 - Quem está a salvo desta doença ou quem é menos suscetível?

Ninguém está a salvo. Por isso tome medidas preventivas, como a boa higiene dentro de lar, escritório, utensílios.


22 - O virus se move?

Não, o vírus não tem nem patas nem asas. A pessoa é quem o coloca dentro do próprio organismo.


23 - Animais de estimação são portadores deste vírus?

Deste vírus não. Provavelmente, contagiem outros tipos de vírus.


24 - Se eu for ao velório de alguém que morreu com a gripe suína posso me contagiar?

Com o morto não. Com os vivos já contaminados, sim.


25 -Qual é o risco para mulheres grávidas?

Mulheres grávidas têm o mesmo risco para dois. Uso de remédios antivirais, em caso de de contagio, só com estrito controle médico.


26 - O feto pode ter lesões se uma mulher grávida estiver contagiada?

Não sabemos que estragos possam ocorrer no processo já que é um vírus novo.


27 Posso tomar ácido acetilsalicílico (aspirina)?

Não é recomendável. Pode ocasionar outras doenças. A menos que você tenha prescrição médica, por problemas coronários.


28 - Adianta tomar medicamentos antivirais antes dos sintomas?

Não têm eficácia.


29 No caso da gripe “suína” pessoas com AIDS, diabetes, câncer, etc., têm maiores complicações que uma pessoa sadia?

SIM.


30 - Uma gripe convencional, forte, pode se converter em gripe “suína”?

NÃO!


31 - O que mata vírus (H1N1) da gripe “suína”?

O sol. Mais de 5 dias no meio ambiente. O sabão. Álcool em gel. E antivirais com prescrição médica.


32 - O que é feito nos hospitais para se evitar contágios a outros pacientes não infectados pelo vírus?

Medidas de isolamento.


33 - O álcool em gel é efetivo para evitar o contágio?

SIM! Muito efetivo.


34 - Se eu fui vacinado contra a influenza estacional, também tenho imunidade ao vírus da gripe suína?

Não! Ainda não existe vacina disponível contra este vírus.


35 - O vírus da gripe “suína” está sob controle no Brasil?

Não totalmente, apesar das medidas agressivas de contenção efetivas pelas autoridades sanitárias.


36 - O que significa passar de alerta 4 para o alerta 5?

A fase 4 não difere muito da fase 5. Significa que o vírus se propagou de pessoa-a-pessoa em mais de dois países. E fase 6 quer dizer que um vírus se propagou para mais de 3 países.


37 - Crianças com tosse e gripe têm influenza A ou gripe “suína”?

É pouco provável, pois as crianças têm sido pouco afetadas.


38 - Posso me contagiar ao ar livre?

Desde que haja pessoas infectadas que tussam ou espirrem perto de você, é possível.


39 - Posso comer carne de porco?

Sim, porque não há risco de contágio.


Revisão de redação por João Cruzué

Dra. Ismênia Ferreira S. da Silva é advogada do depto jurídico da AHM - P. Município de São Paulo

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quinta-feira, 9 de julho de 2009

Medidas de controle contra a gripe suína

João Cruzué

Se a vacina contra a "Influenza A", popularmente batizada de gripe suína, não vier antes de novembro, nós, brasileiros, vamos precisar de toda espertize que tivermos para ganharmos tempo. Tratando-se de uma patologia muito recente, nosso organismo pode apresentar vulnerabilidade. A seguir vou descrever uma série de ações que podem limitar o processo de propagação dessa gripe e de outras enfermidades.

Ações de Higiene

Cuidados específicos com as mãos. Você já observou o que faz com suas mãos, por exemplo: a caminho do trabalho? Quem usa transporte coletivo, principalmente, já na subida do meio de transporte coloca suas mãos em objetos e alças metálicas, corrimãos, onde outras centenas, milhares de mãos fazem a mesma coisa - sem que haja uma higienização a cada viagem.

Ao chegar na escola, no trabalho, a quantidade de pessoas que cumprimentamos e tocamos pode ser muito grande. Lavar as mãos é a melhor higiene, mas não há água nos meios de transportes. Seria bom que nós mesmos levássemos algum frasco na bolsa ou mochila para que ao sair da condução pudéssemos fazer alguma higienização.


Torneiras e pias públicas. Seria muito bom que nos terminais de ônibus urbanos - fora dos banheiros - também tivessem torneiras e pias externas somente para se lavar as mãos. E sabonete líquido. Quantas enfermidades - além da gripe suína - poderiam ser evitadas ou levadas para casa ou para o trabalho se esta facilidade estivesse ao alcance dos usuários?


Ações de solidariedade

Pessoas gripadas - não temos definitivamente o hábito do uso de máscaras contra gripe. Não estou falando de uma ação de defesa para evitar a gripe de outros. Como a gripe comum custa caro ao bolso seria uma atitude muito solidária se quem estivesse com gripe utilizasse uma máscara dentro dos meios de transportes públicos para não espalhar vírus ao longo do caminho para centenas de pessoas. Que por sua vez, acionam o efeito dominó. Se não é possível ficar em casa por causa de uma gripe, ao menos que evite disseminar o mal.

Definitivamente não penso em pregar idéias hipocondríacas. Eu trabalho na área da saúde. Sei que bilhões são gastos todo ano no tratamento dos males de nosso povo. Muitos desses males podem ser evitados se houver uma conscientização - minha e sua - de que ações simples podem prevenir males enquanto trazem economia. Em lugar de pavor por gripe suína ou por qualquer doença, na verdade, deveríamos nos surpreender é com o nosso despreparo em preveni-las.


É muito possível, que à semelhança de Estados Unidos, México, Chile e Argentina, autoridades brasileiras venham a fechar as portas, temporariamente, de escolas, universidades, creches, eventualmente até de meios de transporte de massas. Principalmente se não houver imunização com uma vacina até dezembro 2009. O pior da gripe suína não será em 2009, mas no inverno do ano seguinte, quando o vírus já estiver presente em todos os estados.

Mudança de hábito I

Água potável. Por mau hábito ou tradição, não sei, bebemos menos água do que é preciso. Não beber água no inverno é natural. Não sentimos calor, nem sede. Esta falta de hidratação no inverno gera em nosso organismo um ambiente mais que propício para o desenvolvimento de viroses e uma série de outros males que vão dos rins à própria pele do rosto. E falando de rosto, pele, água é muito mais barato que cremes farmacêuticos.

Mudança de hábito II

Arejamento. Uma das razões para tantas alergias, na Capital paulista são os ambientes hermeticamente fechados das residências. Fungos, ácaros e bactérias ficam muito agradecidos com isso. Mas esses micro-organismos são muito mal agradecidos. Eles nos retribuem com alergias, rinites, sinusites, e uma série de males insuspeitos. Se a sua casa passa o dia inteiro fechada, assim que chegar abra portas e janelas. Ventile sua casa. Quando for construir pense em planejar uma casa com bons recursos de arejamento.

Cuidados alimentares.

Divulguei há poucos dias aqui no Blog que tipo de alimentação garante um bom sistema imunológico. Nosso corpo, além de água, precisa de equilíbrio orgânico e mineral. Como somos feitos do pó da terra nosso corpo possue e diferentes proporções uma composição de mais de 80 elementos químicos. Basta que falte um, para que haja insuficiência ou superabundância de outro.

Muito interessante é que os alimentos mais ricos em vitaminas sejam principalmente verduras e legumes. Quem por exemplo gosta mais de couve, almeirão ou cebola mais que um hambúrger ou outro tipo de fast-food? Já está mais do que na hora de introduzir mais verduras legumes e frutas em nossos (maus) hábitos alimentares.


A gripe suína vai colocar em cheque, agora, hábitos e tradições antigos. Antes que, eventualmente, ela bata à porta da sua casa, comece a cuidar melhor desta maravilhosa máquina que Deus lhe deu: o corpo humano.