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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

PL 122 deve ser votado dia 8 dezembro 2011 na CDH do Senado

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João Cruzué

Desde as 18:00 h a TV Senado está transmitindo a audiência pública do PLC 122/2006 acontecida no dia 29/11/11. Presentes à mesa: Senador Paulo Paim, Presidente da CDH - Comissão de Direitos Humanos e Cidadania.

Nenhum representante dos homossexuais compareceu para debater na audiência.

Ao lado direito do Presidente estão presentes dois convidados especiais: Pastor Wilton Acosta, Presidente da Executiva Nacional do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política – FENASP e do lado direito, o Pastor Silas Malafaia. Os dois foram convidados para debater e usaram a palavra.

No plenário da CDH estão: Senador Marcelo Crivela, Senador Magno Malta, Deputado Marco Feliciano e eles usaram a palavra.

O Senador Malta disse que o PL 122 não passa na Comissão. E apresentou seus argumentos: 16 votos contrários e apenas 3 a favor.

O Pastor Silas repetiu seus argumentos e acrescentou que representantes do movimento gay editaram um fala do Pastor distorcendo seu conteúdo ao ponto de concitar violência contra homossexuais - o que classificou com maucaratismo. Também disse que o movimento homossexual se utiliza de repasses (milhões) de recursos financeiros públicos para advogar a agenda gay.

O Senador Crivela disse que a veemência na defesa da posição evangélica não significa de modo algum evidência de ódio.

O Senador Paulo Paim assegurou na audiência que de modo algum a votação do Pl 122 não será votado na "calada da noite", longe dos olhos da sociedade e dos evangélicos.

O Deputado Marco Feliciano abordou um aspecto interessante do debate: Muitas lideranças evangélicas evitam tomar uma posição pública - via imprensa - porque isso viria atrair o ódio do movimento gay.

O Deputado Feliciano elogiou a valentia do Pr. Silas Malafaia, pois ele é o único líder Cristão que se contrapõe.

A Deputada Liliam Sá elogiou a atuação do Pr. Silas Malafaia e citou também a presença constante do Pr. Abner Ferreira nas audiências e eventos no Senado onde é tratado assuntos relativos ao Pl 122.

Em seguia falou o Deputado Federal Ronaldo Nogueira de Oliveira.

O Deputado Federal Pr. Eurico afirmou que não há testemunho de evangélicos espancando homossexuais. Lembrou que as passeatas estão sendo vitrines para ataques à família e agressões às crenças católica e evangélica.

O ex-deputado Benedito Domingos também recebeu a oportunidade dada pelo Senador Paulo Paim. Ele disse uma frase muito importante: Que os cristãos se casam para constituir família e não para fazer sexo.

O Presidente da Comissão, Senador Paulo Paim encerrou a participação dos presentes concedendo o restante da audiência para as considerações finais dos convidados: Deputado Federal Wilton Acosta e o Pastor Silas Malafaia.

O Pastor Wilton considerou que o movimento gay nunca quis debater abertamente o Pl 122. Que não apareceram no passado, não apareceram nesta audiência, e provavelmente não vão comparecer em qualquer outra, porque sabem que a sociedade brasileira rejeita a matéria.

Nas considerações do Pr. Silas ele disse que o movimento gay se utiliza de um sofisma ao ficar repetindo a mentira de que o Brasil é um país homofóbico, pois, dizem no ano passado foram assassinados 260 gays.

Pr. Malafaia contra-argumentou que isso não é verdade, pois entre as 50.000 pessoas que foram mortas no ano passado (2010) 300 mulheres forma mortas por violência doméstica e no mesmo ano foram mortas mais de 1.000 crianças. E por fim lembrou que muitas das mortes entre homossexuais são causadas por "briga de amor" por traição entre eles.

Não vou continuar na fala do pastor, porque tenho certeza de que ele vai colocar isso no ar no seu próximo programa de sábado.

Foi aberto uma exceção no final do programa. O Senador católico Sérgio Petecão, do estado do Acre. O Senador trouxe um fato lamentável. Ele informou que na semana passada foi realizada a parada gay no Acre e o que se viu foi uma afronta aos evangélicos quando no início da parada foi cantada uma canção evangélica. O Senador elogiou por duas vezes a coragem do Pr. Silas Malafaia que ainda não conhecia pessoalmente. Petecão pediu para que se votasse o mais breve possível o Pl 122, para desarmar os ânimos e acabar com a possibilidade de confronto.

O Senador Paim está propenso a levar a cabo a votação do PL 122 na semana que vem na próxima quarta-feira, caso a relatora, Senadora Marta Suplicy concorde.










quarta-feira, 27 de agosto de 2008

CPI da pedofilia - proposta do Senador Magno Malta


Pais devem estar atentos ao acesso de filhos à internet

Fonte: Senado na Mídia
"Diretores defendem colaboração das empresas para coibir abusos de pedofilia no país. Senador quer lei para obrigar poder público a esclarecer cidadãos sobre o assunto"

Reunião da CPI da Pedofilia: Senador Magno Malta (esquerda)
debate com Osvaldo Barbosa (centro), da MSN/Hotmail no Brasil


"Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia, o diretor-geral do MSN/Hotmail no Brasil, Osvaldo Barbosa de Oliveira, alertou para a importância de os pais ficarem atentos em relação ao conteúdo que seus filhos acessam na internet.

– De nada adiantam as ferramentas oferecidas se não há a fiscalização dos pais – disse.

Ele explicou como funcionam os serviços oferecidos pela Microsoft – o MSN, portal de conteúdo; o Messenger, de comunicação instantânea, além do Hotmail e do Spaces, espécie de rede de relacionamento – e os mecanismos para garantir a segurança do internauta, como filtros de palavras e de análise de imagens, e a possibilidade de remoção e bloqueio de conteúdos que firam o código de conduta da empresa e a legislação nacional.

Questionado pelo presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES), a respeito da disposição da MSN/Hotmail de participar de campanha nacional contra a pedofilia, Barbosa lembrou que a empresa já esteve presente em programas de televisão e não se opõe a atuar em algo nesse sentido, mas acha que é mais produtivo investir em orientação sobre o assunto na própria internet. Além disso, mencionou a parceria da empresa com o governo e se dispôs a formalizar esse acordo por meio da assinatura de um termo de ajustamento de conduta."


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