segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Billy Graham - Projeto My Hope / Minha Esperança Brasil


O Projeto "My Hope" Minha Esperança
Pod#4
Da Associação Evangelística Billy Graham


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Convidando vizinhos e parentes para testemunhar de Cristo
depois de assistir aos programas e filme evangelísticos em rede nacional


Tradução de João Cruzué

"Saturando cada país da terra com o Evangelho, ajudamos a levar numerosas pessoas à uma fé viva em Jesus Cristo em tantos países quanto possível, para que elas O sigam diariamente em suas vidas".

Iniciado em 2002 com o objetivo de alcançar cada país do mundo, o Projeto Mundial de Evangelismo pela Televisão "My Hope” já foi implementado em mais de 25 países, desde então.

“My Hope" utiliza ao mesmo tempo duas ferramentas: a mídia televisiva e o relacionamento interpessoal para apresentar uma simples mensagem do Evangelho, e a resposta tem sido notável. Desde 2002, cerca de 9 milhões de pessoas têm feito um compromisso com Cristo através do projeto “My Hope”. Ao mesmo tempo, mais de 3 milhões de cristãos têm sido encorajados, treinados, e lhes dado oportunidade para fervorosamente dizer a outros sobre a mudança que Jesus fez em suas vidas.

O Projeto Minha Esperança emprega uma poderosa combinação de programas evangelísticos de televisão e centenas de milhares de cristãos nativos para alcançar amigos, parentes, e vizinhos conforme o seguinte processo:

- Primeiro, os coordenadores regionais treinam pastores em todo o país para multiplicar o alcance do projeto;

- Depois, os pastores treinam os membros de suas igrejas para que sejam anfitriões em suas próprias casas para dar testemunhos pessoais de fé;

- A seguir, os anfitriões oram pelos amigos, vizinhos ou parentes que ainda não conhecem a Cristo;

- E os convidam para assistir em seus lares os programa de Televisão de Billy Graham ou Franklin Graham transmitido em rede nacional.

- Ao final do programa de TV, os anfitriões compartilham seu testemunho pessoal e aconselham seus convidados a aceitar Jesus Cristo como Salvador.

O projeto também provê um meio efetivo de acompanhamento dos novos convertidos. Cada pessoa que faz uma decisão em um lar cristão preenche um cartão, e sob a liderança de um pastor local recebe incentivo e discipulado através do mesmo lar que o levou a Cristo. Através de pastores e grupos de discipulado, aqueles que fazem sua decisão de fé em Cristo, durante o projeto Minha Esperança, são facilmente integrados nas igrejas locais.

Países já alcançados pelo My Hope: em 2002: Costa Rica, Honduras, Nicarágua e El Salvador – com 110 mil decisões; em 2003: Panamá, Venezuela, Paraguay e Rússia – com 400 mil decisões; em 2004: Bolívia, Colômbia e Equador e a 2ª fase na Rússia – com mais de um milhão de decisões; em 2005: Argentina, Belarus, Chile, Guatemala, Índia ( 14 línguas), Moldávia e Peru – com 3,3 milhões de deicisões anotadas; em 2006: Índia – 2ª e 3ª vez, Philipinas e México – com 5,7 milhões de decisões; em 2007: No Uruguay e 2ª vez no México – com 93 mil decisões.

Em 2008 o "My Hope" chegará ao Brasil; por favor orem pelos preparativos no Brasil".


Tradução de João Cruzué
https://www.billygraham.org//IntlMin_WorldTVProject.asp
cruzue@gmail.com
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sábado, 2 de agosto de 2008

CGADB, CONAMAD e o Centenário das Assembléias de Deus no Brasil


1911
- 2011
CENTENÁRIO DAS ASSEMBLEÍAS DE DEUS NO BRASIL

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Site oficial do Centenário

João Cruzué


Dou graças a Deus pela oportunidade de aprender os rudimentos da fé em uma Igreja tão hospitaleira como a Assembléia de Deus. Não importa se no Rio Grande do Sul ou em Roraima a acolhida tem sempre o mesmo calor e a mesma prudência característicos da cultura da Igreja. Eu nasci e fui batizado na Igreja Deus é Amor, mas todo meu crescimento e formação são assembleianos, e lá se vão mais de 30 anos. Curiosamente nunca me identifiquei muito com o aspecto administrativo e político interno de suas Convenções, o que não quer dizer que não tenha acompanhado algumas de suas crises. Pois bem, direto ao ponto: é bastante provável que nos próximos dois, três anos, as lideranças tanto da CGADB quanto da CONAMAD venham nos brindar e alegrar com um estreitamento significativo de relacionamento. Sempre que os ventos das mudanças começam a soprar, surge eventualmente o embate entre conservadores e liberais, situação e oposição, jovens e velhas lideranças. Em tempos de um novo "shift" nas Assembléias de Deus, quero deixar registrada nossa opinião: não há mudanças sem crises, que é difícil controlar ou implementar uma mudança, mas tendo Paz com Deus em nossos corações, devemos seguir em frente, pois a vida é uma maravilhosa seqüência de mudanças. Quando Moisés voltou ao Egito, para fazer a mudança de Israel para Canaã, enfrentou problemas comuns a todas as mudanças. Ele iniciou um processo de mudança e ainda discipulou um sucessor para completá-lo. O que está no coração de Deus não pode ser impedido nem por conservadorismo nem por medo. O que Deus planejou e determinou não pode ser impedido nem por anjos, demônios ou homens.

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ADs do Belenzinho-SP e Madureira-RJ

De repente posso sentir o "cheiro" de mudanças significativas à vista dentro das Assembléias de Deus. Lembro-me perfeitamente de janeiro de 1987, quando houve um afastamento unilateral entre os dois maiores ministérios - Missão e Madureira, na convenção da Bahia. Depois disso, o episódio acontecido na Casa Publicadora serviu para afastar ainda mais as duas Casas. Em 2011 a Igreja Evangélica Assembléia de Deus brasileira vai comemorar o Centenário do início das IEADs no Brasil pelas mãos de Deus e dos missionários pioneiros suecos - Daniel Berg e Günar Vingren. Em 2011, Por si só, este evento tem a magnitude de um furacão, suficiente para sacudir velhas diferenças e idiossincrasias. Como diz o Sábio em Eclesiastes: Há tempo para abraçar e deixar de abraçar. Cremos que chegou o tempo de abraçar.

Sobre uma coisa precisamos reflexionar: o "racha" de 1987 foi de Deus ou sua causa foi presunção humana? Posso interpretar isso por uma terceira via: considerando o fator TEMPO a presunção humana foi o fator principal, mas Deus estava no controle. Focando a questão ainda de mais perto, se nossas lideranças não conseguem andar juntas no mesmo caminho há um problema de comunhão, e sem comunhão, podemos até ganhar o mundo, mas a custa de um preço alto demais. É mais fácil quebrar a comunhão pelo rompimento de um diálogo do que mantê-la. Se as autoridades políticas, principalmente no Brasil, conseguem abandonar velhas diferenças em prol de um fim vantajoso, por ventura as nossas autoridades religiosas assembleianas seriam tão teimosas ao ponto de desperdiçar o futuro?

Moisés não tinha mais a mesma motivação para descer a terra do Egito para tirar Israel de lá. Ele já era maduro o suficiente para entender as dificuldades de um processo de mudança; tentou de todas as formas tirar o "corpo" fora. Entretanto era sábio o suficiente para obedecer à vontade do Senhor. Ou ele ia ou ia. As conversas com os anciões de Israel? Difíceis! A primeira audiência no palácio do Faraó? Frustrante! As medidas de retaliação posteriores de Faraó? Duríssimas! A reação dos anciões e oficiais de Israel? Duríssimas! O SENHOR já tinha até avisado. A saída de Israel do Egito em busca da terra de Canaã foi um processo longo, sem alternativas, pois era a vontade do Senhor. Os desobedientes, profanos, murmuradores, rebeldes, velhos (exceto Josué e Calebe) e covardes morreram no deserto, somente a nova geração de Israel pisou e herdou a terra que manava leite e mel.

Quase cem anos já se passaram desde que os missionários Berg e Vingrem fizeram aquela oração no banco de uma praça na cidade de Belém, a Capital do Estado do Pará. Uma oração que foi se cumprindo dia a dia. E outras orações foram sendo feitas e ouvidas, mas ainda algumas estão por si cumprir: entre elas tenho certeza que no coração de muitos ministros há um anseio de ver uma nova geração de líderes dos dois Ministérios - Madureira e Missão - dialogando, trabalhando juntos em um novo processo de mudança. Dois conselhos podem definir o destino desta mudança: 1. não temos nada a ganhar, pois bem assim está; 2. uma casa dividida não pode prevalecer sobre o inimigo. Aitofel e Itai.

Se por um lado as Assembléias de Deus são hospitaleiras e cresceram muito através de sua forma descentralizada através da simplicidade de obreiros laicos, também não está isenta de nossa crítica. O que posso fazer com isenção depois de 30 anos de "casa". Na ânsia de ter apenas liderados que balancem a cabeça afirmativa para tudo, as IEAD têm desperdiçado muitos talentos. Em alguns ministérios mais e em outros menos. Hoje temos milhares de ministros com diplomas graduação e doutoramento em Teologia, Mestres em Divindade, Doutores em Filosofia Cristã e outros títulos, mas isso não tem incrementado a taxa de crescimento de novos convertidos. E se dela retirarmos os nossos filhos o resultado é risível. Concordamos com a impureza do evangelho da prosperidade, o condenamos, mas nossos ministros o toleram excessivamente porque faz bem aos ouvidos do povo... Então neste particular de que serviu tanta profundidade em teologia?

Continuando com a crítica. As Igrejas Evangélicas Assembléias de Deus cresceram evangelizando e separando ministros entre as classes mais pobres da nação. Está deixando de crescer agora, comparando com os 70 anos do século passado, porque está dando as costas para os mais pobres. Creio, que não existe maior fator de aumento de renda familiar nesta nação do que o Evangelho, pois não há miséria maior que a miséria espiritual. Um pecador pobre ao ser transportado do reino das trevas para o Reino da Luz pela ação e aceitação das palavras do Evangelho, deixará de ser pobre, mais dias menos dias, através da oração, pois agora terá um tratamento de filho de Deus. De volta ao assunto de "dar as costas" quanto à evangelização dos mais pobres da nação, não temos receio em dizer que se trata de uma omissão preconceituosa.

Se de fato a IEAD envidasse esforços maciços em projetos sérios e consistentes na evangelização dos brasileiros mais pobres, hoje não precisaríamos nos preocupar tanto com projetos e leis de escopo anticristão. É mais objetivo dobrar a quantidade de crentes no Brasil para que supram a nação de bons políticos, do que perder tempo em excesso com "Projeto Brasil" e outras "cositas mas" atrás de representação de "prata da casa" que pode decepcionar. Vide o Escândalo dos "Sanguessugas".

Insisto em dizer que é muito mais produtivo, tanto para a Igreja quanto para a vida pública, traçar planos de evangelização inteligente e maciça em meio às pessoas pobres de nossa nação. O Evangelho é o melhor remédio para a pobreza. Além de salvar, perdoar, curar, batizar com o Espírito Santo, filiação no Livro da Vida e dar direito a vida eterna, o evangelho enriquece os pobres, pois, via de regra, onde mora Jesus cumprem-se as promessas do Salmo 23.

De volta ao leito do texto. Por convicção não podemos ter medo de mudanças, apenas precisamos orar para que a presença do Senhor não nos abandone. A cotação do Dólar arranhou a taxa de R$4,00, por ocasião da eleição do Presidente Lula. O Bispo Macedo chegou mesmo a comparar o partido do Presidente com o diabo. A nação melhorou, e mesmo não sendo eleitor do Presidente, digo que ele tem feito um governo seguro, equilibrado e próspero; o Bispo da Universal tomou juízo, gostou tanto, que se tornou até seu aliado político. De certa forma acertou, quando não fiou preso ao preconceito. Quando assisti hoje pela manhã o programa do Pastor Silas Malafaia, em seu novo formato de três horas na REDE TV, percebi que os ventos da mudança já sopram com mais força.

Pessoalmente não aprovo em 100% a forma dura do Pastor Silas Malafaia ao tratar com excessiva paixão assuntos internos e até externos que envolvem irmãos, cantores, bandas, revistas, mas que ele tem dido um instrumento de entalpia neste processo com certeza tem. Vejo com bons olhos e razoabilidade uma aproximação seguida de comunhão entre os dois maiores Ministérios das Igrejas Evangélicas Assembléias de Deus do Brasil. Sinto paz nisso.

Em nossa visão posso ver uma AD unida trabalhando em grandes projetos de evangel
ismo e assistencia social pelo Brasil. Palavras e ações, fé e obras. A Igreja ganhará com isso o respeito de seus milhões de membros, além de dar um tremendo exemplo em união em tempos de tanta divisão. Hoje há uma grande preocupação mundial quanto a escassez de energia, alimentos e água. Sem estas três coisas o mundo físico não caminha. Se houver a mesma preocupação Entre CGADB e CONAMAD em abandonar suas picuinhas e estreitar sua comunhão, uma nova oração no banco da praça de Belém poderá ser feita, agora não mais por dois homens mas por dois Ministérios. Se Berg e Vingren ainda estivessem conosco, não pensariam de outra forma. Esta união é de Deus.

Se a alma
e o coração destes dois Ministéiros forem um, eu espero que sim, quando a segunda oração do banco da praça de Belém do Pará for feita, O SENHOR vai ouvi-la e também fornecerá o combustível necessário para os corações das novas gerações de assembleianos saciarem com o Evangelho a sede das almas dos brasileiros até 2111. Se até lá Jesus ainda não tiver voltado.

João Cruzué - Blog Olhar Cristão
SP - 02.ago.2008

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Uma nova relação entre a ciência e a fé

.............................O P I N I Ó N....
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"Otra manera de vivir la fe y la ciencia"

Dr. Pablo Latapi Sarré*

"Hace ocho días (Crónica, 25 de junio) intenté mostrar que el pensamiento científico actual, después de la revolución cuántica, está muy lejos de la antigua concepción mecánica del universo y de la epistemología que le era propia; y por ello la ciencia tiene una idea de sí misma mucho más problematizada que en la época del racionalismo triunfante. Es una paradoja que sean precisamente sus maravillosos descubrimientos los que la llevan a comprender los límites de su “razón científica”. Por lo mismo, la mayoría de los científicos contemporáneos no son arrogantes; no ven con lástima o condescendencia a los que aceptan la religión (“analfabetos científicos” en espera de ser salvados por la ciencia); muchos de ellos asumen una actitud de humildad, derivada del asombro.

"HAY DOS MANERAS DE VIVIR:
UNA COMO SE NADA FUESE MILAGRO;
OTRA, COMO SE TUDO FUESE MILAGRO"
Albert Einstein

Hoy me ocuparé del otro polo de la relación ciencia-fe: la fe religiosa. Si hace 50 años algunos científicos entusiastas proclamaban que la ciencia acabaría con la idea de Dios y con el ámbito de la experiencia religiosa, y si también algunos hombres religiosos recurrían a la razón para “probar” la existencia de Dios o construir una apologética de las verdades de su fe, hoy el escenario es muy distinto. Una mente reflexiva puede ver en la ciencia —dialogando con ella y asumiendo sus incertidumbres— una invitación a la aceptación del misterio, el misterio no como residuo que queda sin explicar por la triunfante ciencia, sino como realidad insondable que está presente en el fondo de lo que somos, y que nos invita a aceptar otro orden de la existencia: el religioso. Ciencia y religión pueden ir de la mano, en beneficio de ambas; religión y ciencia son dos caminos complementarios que se enriquecen recíprocamente en la indagación de nuestras preguntas últimas.

Las múltiples perplejidades por “lo que no sabemos” llevan a todo espíritu honrado a la actitud de admiración; a preguntarnos por “lo que hay detrás” y a intentar construir puentes hacia esas realidades misteriosas; eso no es aún fe religiosa, aunque puede prepararla. Fe es experiencia de Dios, en uno mismo y en lo que percibe, en lo que entiende y en lo que no entiende; experiencia vital, a veces respuesta, las más de las veces sólo silencio ante un infinito que nos sobrepasa. El enigma está ahí, no obstante la fe: “un enigma que no puede resolverse únicamente por los avances del conocimiento objetivo, porque lo que le otorga su carácter único es la raíz de la libertad de cada individuo” —en, Theobald, Christof, et al., L’univers n’est pas sourd. Pour un nouveau rapport sciences et foi, Bayard, París, 2006, p.358—.

Muchos científicos y muchos teólogos están replanteando la relación ciencia-fe. Han superado la antigua posición de “conflicto insuperable”, también la de “total independencia” entre ellas; y han entrado a un “diálogo constructivo” que las enriquezca a ambas. Un caso que en lo personal me resulta ilustrativo es el de John Polkinghorne, notable físico cuántico y matemático inglés que, en paralelo con su profesión científica, estudió teología y se ordenó de pastor en la iglesia anglicana; con buen conocimiento, tanto de la ciencia como de la teología, busca la conciliación entre ambas, indagando “una mutua inteligibilidad de doble dirección”. Su argumento central es la “verosimilitud” de la fundamentalidad creadora de Dios. En vez de citar sus libros, remito al magnífico ensayo de Javier Monserrat, “John Polkinghorne: Ciencia y religión desde la física teórica”, en, Pensamiento: Revista de Investigación e Información Filosófica, vol. 61, No. 231 (2005), pp. 363-393.

Para Polkinghorne Dios es una hipótesis de “fundamentalidad necesaria”, más verosímil y de mayor fuerza explicativa que la hipótesis atea de la autosuficiencia necesaria y absoluta del mundo físico, o de la posición que remite al azar cuanto no podemos explicar, o de la que sostiene la incomunicación total entre la ciencia y la religión. Llega a afirmar: “La búsqueda de comprensión que es natural al científico es, al fin de cuentas, la búsqueda de Dios; así es como la religión continuará floreciendo en esta Era de la Ciencia”.

Otros científicos que no se resignan al inmanentismo, recurren a explicaciones panteístas (Dios se identifica con el mundo) o panenteístas (Dios está presente en toda la creación); Polkinghorne va más allá: se adscribe al concepto bíblico de un Dios personal que se comunica con nosotros. Lo que me interesa destacar es que existe hoy un diálogo serio entre científicos y teólogos, que está replanteando la relación entre ciencia y fe en los términos que exige el presente. Un presupuesto necesario es aceptar la limitación y los condicionamientos de la razón científica.

Hay diversas formas de conocer, muchas aún muy poco exploradas. Reducir nuestro ámbito cognoscitivo a la razón científica sería lamentable, incluso para la ciencia misma. Me acerco a realidades inasibles para la razón cuando la música me traslada a otras dimensiones; no puedo negar el universo de Mahler o de Mozart por el hecho de que la razón científica sea incapaz de penetrar en él. Me acerco a realidades metacientíficas también cuando me envuelve la mirada de un retrato de Rembrandt, o me sumerjo en los versos de Piedra de Sol de Octavio Paz, o me enternece la sonrisa de un niño o la mirada amorosa de una madre. Somos más que razón; somos vivencias de amor, temor y esperanza, conciencia de nuestra vulnerabilidad, seres éticos, obligados a solidaridades con los demás; somos quizá símbolos o indicios de otra realidad. No nos reduzcan, por favor, a una ecuación de relaciones ni a un pequeño modelo de insumos y productos.

Todos los seres humanos tenemos más preguntas que respuestas; es ésta una asimetría existencial que nos persigue de la infancia a la vejez, como característica esencial de nuestra especie. Las preguntas fundamentales, las “de sentido” –¿qué soy, qué es mi vida, qué es mi muerte, qué puedo conocer, qué debo hacer, qué puedo esperar, hay Dios y es posible comunicarme con él?— están en pie. Ante ellas las ciencias tienen muy poco que decir; ante ellas, a veces, la experiencia de Dios puede iluminarnos, si se dan ciertas condiciones: silencio interior, humildad, desprendimiento de las cosas, aceptación de nuestros desamparos y apertura amorosa al prójimo. Esto es para mí la fe.

Todo lo dicho hasta aquí lo dijo de una manera más bonita y sencilla Einstein: “Hay dos maneras de vivir: una, como si nada fuese milagro; otra, como si todo fuese milagro. Misterio es también por qué elegimos entre una y otra."


Dr. Pablo Latapí Sarre
*Investigador Titular C en el Instituto de Investigaciones sobre la Universidad y la Educación, UNAM
*Investigador Nacional de Excelencia y Emérito del SNI
*Miembro del Consejo Consultivo de Ciencias de la Presidencia(CCC)


Fuente: La Cronica de Hoy - Mexico.
Miercoles - 02 de julio de 2008


João Cruzué - Blog Mirar Cristiano
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sexta-feira, 1 de agosto de 2008

É tempo de orar mais pela China


ORE MAIS PELA CHINA

Não deixe de ver quase 200 fotos que mostram a História da Igreja Evangélica na China: prisões, perseguições, pessoas orando, sorrindo, testemunhando, lendo a Bíblia e sendo batizadas. Leitor(a), que a sua vida possa ser inspirada e tocada pelo Espírito Santo, e que o Senhor o/a abençoe com um espírito voluntário para evangelização e missões. João Cruzué.

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Prisões na "Revolução Cultural"

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Batismos
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São quase 200 fotos neste link http://china4jesus.blogspot.com

Não deixe de ver e se emocionar!


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